Na manhã de sábado, 6 de março, um trágico acidente aéreo abalou a Rússia e o mundo. Um avião comercial operado pela companhia aérea russa Aeroflot caiu pouco depois de decolar do aeroporto de Sheremetyevo, em Moscou. O voo tinha como destino a cidade de Murmansk, no norte do país.

Segundo informações iniciais, o avião, um Sukhoi Superjet 100, teve problemas logo após a decolagem. A aeronave retornou ao aeroporto de origem, mas não conseguiu pousar e se chocou contra o solo. O impacto causou uma grande explosão, que envolveu o avião em chamas. Dos 78 passageiros e cinco tripulantes a bordo, 41 pessoas não sobreviveram.

As imagens do acidente são chocantes. Uma densa fumaça preta tomou conta da pista do aeroporto, enquanto bombeiros lutavam para controlar as chamas. Passageiros que conseguiram escapar do avião buscavam abrigo ao redor do local do acidente, mas não havia muita informação sobre a situação.

As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. As autoridades russas abriram uma investigação para apurar o que levou à queda da aeronave. Algumas testemunhas afirmaram que houve uma explosão no momento do retorno do avião, mas ainda não há confirmação oficial sobre essa informação.

Além da tragédia humana, o acidente gera preocupações sobre a segurança no transporte aéreo. O Sukhoi Superjet 100 é um avião relativamente novo, que começou a ser operado pela Aeroflot em 2011. No entanto, a aeronave já teve problemas de segurança no passado. Em 2012, um avião do mesmo modelo sofreu um acidente durante um voo de demonstração na Indonésia, matando todos a bordo.

A Aeroflot, por sua vez, tem um histórico de segurança questionável. A companhia já protagonizou alguns acidentes graves no passado, como a queda de um avião em 2008, que matou 88 pessoas. Mesmo assim, a empresa tem se esforçado para melhorar a sua imagem nos últimos anos, renovando a frota e adotando medidas de segurança mais rigorosas.

A queda do avião russo é, portanto, um evento trágico e complexo, que levanta muitas questões sobre a segurança no transporte aéreo. Por enquanto, não há respostas definitivas sobre o que causou o acidente, mas espera-se que a investigação em curso seja capaz de apontar falhas e indicar medidas para garantir que tragédias como essa não ocorram novamente.